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PEDRA NO CAMINHO... Sim, este é um texto motivacional!


Como você acabou de ler…


Sim, este é um texto motivacional. Não aquela motivação utópica, de ilusão. Mas a motivação que vem do real, das condições, do possível, mas também de um sonho grande.

E tudo começa por aí.

Você tem um sonho grande?

Aquele sonho presente em toda a vida. Aquele sonho que faz com que você caminhe quando está cansado. Aquele que faz com que você corra quando, na verdade, o seu corpo, a sua energia ou a sua mente pede para você parar. Aquele que faz com que cada esforço valha a pena; noites mal dormidas se transformem em dias de lembranças.

Sim, este é um texto motivacional!

Um texto que tem a intenção de conversar com a sua emoção. E o deseja fazer da forma mais correta possível: pedindo licença a você.


Falando com o seu racional e o seu emocional.

Eu estou falando das insistências ou desistências na jornada. Do que fazer com pedras ao longo do caminho inteiro:

Se deixar derrubar por elas (elas derrubam você ou é você quem cai nelas?). Aceitar permanecer no chão por ter sido derrubado (ou por ter caído mesmo, não é meu amigo?). Usar a pedra como descanso: já que esta pedra está ali mesmo. Ou juntar umas duas ou três (ou mais), inclusive as maiores (principalmente as maiores), para fazer de escada… para escalar, para tirar proveito delas. Para transformá-las em pedras de oportunidades.

Certo dia estava deixando minhas filhinhas, que na época tinha 6 anos e a casula 3 anos, na escola no mesmo instante em que outra mãe esperava a sala de aula abrir para deixar seu filho, também de três aninhos, colega da minha filha casula. De repente, vi o menino no chão, chorando, e ela o pegando no colo e, com a melhor das boas intenções; disse: “pedra boba, derrubou o fulano” (disse o nome do filho)!

Eu fiquei pensando: mas a pedra estava ali e não derrubou os demais colegas… Não seria o fulaninho que teria caído por esbarrar na pedra (que, por sinal, estava parada)?

Engraçado que levou mais alguns minutos para outros pais chegarem com seus filhos e já começarem as despedidas para dar início à aula, quando da janela um pai gritou (um grito baixo e alegre) para a filha (também com dois aninhos): tchau, filha! Lembra que a vida é boa…

Encurtando minha reflexão, prefiro a segunda opção. A menina (que cresceria lembrando que a vida é boa) também poderia cair na pedra que estava posicionada perto da sala das crianças. E se isso acontecesse, ela poderia pensar que apesar do tombo, apesar da pedra, a vida continua sendo boa.

Crescer acreditando que pedras nos derrubam, que a vida nos derruba e, portanto, a culpa é da vida, nos torna limitados. E quanto mais crescemos, mais crescem as ações e as decisões que precisamos tomar. E nessa relação, mais limitados nos sentimos? Sim, pode ser.

Torna-se muito mais fácil e inteligente lembrar que a vida é boa e que foi você quem tropeçou na pedra. Frente a isso, a responsabilidade da sua postura com relação à vida (que é boa) é sua.

Quando juntas, empilhadas… (pedras) se tornam montanhas de pedras. Para os que acreditam que pedras derrubam, que continuem admirando muros. Para os que acreditam que a vida é boa, que subam para curtir a vista!

Como falei, este é um texto motivacional. Não de ilusões, mas real.

E você está motivado a quê?

A parar ou continuar? Dizem que a vista é linda…


Fiquem com Deus!


 




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